Dois anos…

“Esta faixa etária é de extrema importância para o desenvolvimento da criança, não somente por ser uma fase de grande dependência de cuidados alheios, mas por ser nesta faixa etária que surge a maioria dos comportamentos e habilidades que a mesma irá progressivamente aperfeiçoando nas demais idades.” (Desenvolvimento de zero a dois anos)

Desenvolver percepções, cultivar amigos, estabelecer vínculos e aprender a relacionar-se com o mundo de várias formas… Parece-me uma das grandes similaridades que este blog tem com uma criança. “Fizemos” dois anos de blog no dia 7 de setembro. Dá pra acreditar? São dois e belos longos anos em que minha vida saiu do âmbito (e futuro!) jurídico para um mundo de criatividade, formas, psicodinâmica de cores, conceitos, percepções, psicologias e amados apredizados na área de comunicação. Algo que não comento muito aqui, mas é de fato uma das melhores coisas que ocorreram em minha vida.
E continuam acontecendo. É incrível como surgem (grandes!) oportunidades quando você se dedica no que faz, demonstra interesse pelos problemas de seus clientes e faz deles o seus.
Tão bom… Saber que você está no caminho certo. É… Parece que em algo somos diferentes. (eu e o blog)… Enquanto desenvolvo mais minha independência, ele continua numa fase de grande dependência de cuidados alheios. Gosto de pensar no blog como uma ferramenta de independência. E não podia ser mais propício!

Tenho que agradecer às pessoas que deixaram comentários ou enviaram email pelo contato, que reclamaram o meu sumiço… Eu estou aqui sempre! O que atrapalha é a ausência de inspiração 🙁 Um super beijo a todos!!!

Versão 10: This is the Way

No ar a versão #10 do Desabrochar.
Esta versão tem dois objetivos: o primeiro é de acalmar a minha vontade de acabar de vez com o blog e o outro, mais simples, nada subjetivo, é de mudar mesmo.
Também porque eu viciei na canção “No More Sad Songs” Clay Aiken. Aí vai o trecho mais lindo:

This is the way,
That I state my independence,
That I’m no longer connected to your memory.
This is the day that I’m making my defection,
Gotta claim back the affection
That you stole from me.
I used to hear your music so loud
But it’s so low.
You’re just another face in the crowd,
I’m letting you know.

É isso. Vou ver se tem algo para corrigir.

Várias

– Quando fui dar Feliz Dia das Mães a minha vó materna, ela mais que depressa disse pra mim: “Pra você também!!!” (E isso me causa risos até agora!!!)
– Sobre o projeto da faculdade, que ocupou parte do meu tempo no último mês, apresentaremos amanhã ao cliente. Que emoção!!! Conto mais assim que estiver apresentado! E quero fotos! A bateria da V1 bem que podia colaborar comigo só amanhã, né?!
– Mudei as coisas por aqui… Antes a index apresentava apenas as últimas entradas de cada seção (blog e textos) mas agora mostra as últimas cinco sem distinção de seção.
– Aliás, sobre o design: “A paz. O caos.” Nunca fez tanto sentido… Pelo menos fora do contexto de meus sentimentos contraditórios… Agradeço a todos os comentários, elogios… Não sabem o valor de tudo isso para mim!!! :’)

Versão 8: A paz. O caos.

Quando terminei essa “meia versão”, já que muito dela é da versão 7, constatei que usei as cores da bandeira nacional, ainda que em tons diferentes, + o vermelho. Seria minha consciência dizendo que eu sou um tanto brasileira e uma pitada americana? Bah, não sei.
Uma coisa é verdade! Pretendo fazer um reboot por aqui sempre perto do dia 7 de todo mês (aniversário do blog), já que postando freqüentemente, não há look que os meus olhos agüentem ver por muito tempo.
Sobre a filosofia do design, veio de um momento em que eu estava vivendo sentimentos contraditórios demais. De uma reflexão sobre tudo ou nada e como sou exatamente assim em muitas coisas em minha vida. Ando cada vez mais sem paciência para “o morno e o muro” como já mencionei anteriormente. Ando também cada vez mais com o temperamento Cristina de Grey’s Anatomy. E isso eu não consigo evitar. Quando vejo já falei e pronto!
Um fato interessante que lembrei também é que agora em maio completo quatro anos como blogueira. Exatamente! Foi no dia das mães de 2002 a estréia de meu primeiro blog, o Sweet Grace. Em 2003 comprei meu primeiro domínio, o Gracehits.net, e em abril de 2004, com a ajuda do querido amigo LP, registrei essa coisa linda aqui, que mantém esta mamãe orgulhosa até hoje: Desabrochar.com.br! E o domínio foi ao ar meses depois, em setembro.
É ótimo ver a evolução através destas “publicações online” chamadas “blogs”. São quatro anos numa faixa etária que modifica qualquer pessoa 🙂
Voltando a falar da versão atual, como estou em época de “limpezas” e organizações em todos os meus domínios, quero refazer também as páginas internas. Protagonista, bastidores, projetos, adicionar mais links, finalmente publicar a página de rss, montar e inaugurar a seção de designs que já passaram por aqui.. Ufa! Mas eu consigo! 😀

Versão V007

Finalmente o design “embalagem de chocolate belga” — como o David observou — foi embora. Não aguentava mais!
Nota mental: designs escuros não funcionam comigo por muito tempo.
Esse foi daqueles layouts que começam em Badgá e terminam… bem longe. Hahá! E flores! Floreeees! Grande alteração estrutural que eu não tenho tempo para detalhar agora… Muita coisa ainda por arrumar.
(Aliás, cuidado onde clica!)

Indas e vindas; volta-se para o céu e faz um desejo.

Olhou para o céu. Tudo parecia similar. Não sabia o que sentir, o que pensar. Retomou o vazio do que antes não era… E era? Era uma alegria contagiante! Mas passou, aos poucos, passou. Estava só lá. Pensava nos porquês. Por que sempre pensava nos porquês?
A reclamar do tempo, enquanto o tempo a curava. O caminho sozinha talvez fosse mais fácil agora. Agora que sabia como era o caminho quando diferente. Agarrou-se aos seus objetivos, mais uma vez, e juntou toda a força para engolir o choro.
Havia amanhecido o dia pela metade em muitos sentidos. A chuva caia por dentro. Ela procurava fugir… Abstrair-se! Ser meio onipotente e deletar o que incomodava.
“Engraçado” — pensou. Justo quando acreditara que seguiria o caminho, sozinha, alguém se aproximou para tomar-lhe o coração novamente. E por quê? Que raios de porquês!
Mas a diferença, a vital diferença, dessa vez era um certo otimismo. Um senso de humor perdido, por todo lugar, que não deixava de consolar.
Firme a sua decisão, ela voltou para sua vida e deixou o que incomodava para trás.