Emily 1.9

FELIZ ANIVERSÁRIO, Emilinha.
Postei no Wah-Wah só para reafirmar o quanto eu admiro essa amiga linda, culta, inteligente e com um senso de humor inabalável. E ainda deveras cute, se já não fosse suficiente todos os adjetivos anteriores. *abraça*

Meus sonhos. Literalmente.

Eles vêm para mostrar o que eu não tenho. E queria… Mas um queria há muito distante… Um queria que eu teimo em dizer que já não quero.
É crueldade. Porque é… É melhor ficar sozinha. Um alguém sem coração doado. Sem problemas do tipo “O que eu vou vestir para encontrá-lo hoje?”. Maldade! Maldade voltar a pensar nisso seriamente! Maldade querer…
Toda aquela atmosfera… Ficou aqui depois do sonho. Eu não queria conversar com ninguém, não havia motivo ou discurso, frases prontas.
Parte da minha base sólida se foi, pelo menos por essas horas.
E esses pensamentos me lembram tanto a letra de “Original of The Species”, especialmente um dos prelúdios:

“I’ll give you everything you want
Except the thing that you want”

Será que é certo querer? Sentir que de repente, ele… Ele que me fez pensar duas vezes se era necessário ficar sozinha. Ele o único. De verdade.

E o assunto é…

Muita coisa acontecendo! AWWWW!
Agradeço a todos os comentários!! Eu deixei para escrever sobre o design depois e acabei não fazendo. Faltou tempo. Talvez eu ainda edite, mas vocês foram ultra kind de terem comentado! Coração pra vocês! <3 Pelo menos as férias estão chegando. Cinco semanas de férias acadêmicas fazem bem a qualquer indivíduo! Enquanto isso, em terras de colonizadores alemães, não faltam matérias dos jogos verde-amarelos, tanto quanto dos donos da casa neste Mundial. E eu, justo eu, apareci no background do jornal local, numa cena tipicamente patriota: enrolada em uma bandeira do Brasil. Já aviso que era um clone!
Aleatoridades a parte, comemoremos. Bebemoremos muito suco de maracujá 500ml do McDonalds. Esqueça-se tudo, afinal, futebol é futebol. Seleção é Seleção! Jogando bem ou mal, mas ganhando.
É o que importa. Chega de tanta crítica, que tal sermos menos amargos? Pra que tanto tempo e discurso desperdiçado! Que preocupem-se os técnicos, coordenadores, fisioterapeutas e comentaristas-sabe-tudo.
Nós, NÓS, devemos apenas apreciar, sentir a felicidade do pouquinho da nossa cultura disseminada e valorizada por cada cantinho do mundo.