You can’t start a fire…

I get up in the evening
And I ain’t got nothing to say
I come home in the morning
I go to bed feeling the same way
I ain’t nothing but tired
Man I’m just tired and bored with myself
Hey there baby I could use just a little help
You can’t start a fire
You can’t start a fire without a spark
This gun’s for hire
Even if we’re just dancing in the dark

A letra não tem nada a ver comigo mas grudou como se tivesse.
Taylor is Love. Mas ele é da Emily porque ela viu primeiro. Eu me contento com o Ryan. :D~
Beijos a vocês que ainda se dão ao trabalho a ler essa coisa aqui (claramente em decadência de conteúdo).

Maçãs

Esta é uma história que eu já ouvi há muito tempo, que em algo me lembra a anedota “A Raposa e as Uvas”, e acho que será bom registrar no blog e não esquecer mais.
Quem me lembrou foi o Daniel, agora dono de Empresa e aniversariante do dia de ontem!

“Mulheres são como maçãs em árvores. As melhores estão no topo.
Os homens não querem alcançar essas boas, porque eles têm medo de cair e se machucar.
Preferem pegar as maçãs podres que ficam no chão, que não são boas como as do topo, mas são fáceis de se conseguir.
Assim as maçãs no topo pensam que algo está errado com elas, quando na verdade, ELES estão errados… (…) Elas têm que esperar um pouco para o homem certo chegar, aquele que é valente o bastante para escalar até o topo da árvore.”

Nunca soube a autoria verdadeira desse texto. Diz o Google que é Machado de Assis. Mas não confio muito =/
E o Daniel acrescentou:

“Há também homens que procuram as melhores maçãs, mas, por causa de alguns galhos podres e inevitáveis quedas no meio do caminho, demoram pra chegar até elas.”

Lindo né? Amei!
E eu falei pra ele que se eu fosse uma maçã eu seria uma maçã sozinha. Mas na verdade eu seria uma maçã saltitante e sozinha 😀
Mas tem um texto aqui com reflexões sobre as “maçãs do topo” que vale a pena ler!

Notícias Que Mudaram o Mundo, Parte I

  • “Código Da Vinci” é vaiado na pré-estréia em Cannes. Eu sou uma das pessoas ávidas para ver o filme, muito mais pela questão da adaptação do que as “idéias” que o livro propagou e, sinceramente, não fiquei nem um pouco chateada ao ler a notícia. Gosto do estilo de Dan Brown, tomo como base o “Fortaleza Digital” que até agora foi o que mais gostei, mas não entendo quando as pessoas começam a questionar demais… É ficção, oras! Mas isso é assunto para um post inteiro e não uma coletânia, enfim.
  • Cuidado! Gente! Cuidado! Eu contei um baita SPOILERRR! Como eu sou mááá!!! Como eu sou descuidadaaaaaaa! Credo! Nem me toquei, desculpem-me.
  • Apresentamos nosso projeto (acadêmico) para a nova Marca e Identidade Visual do curso de Secretarido Executivo Bilíngüe. 99% como o esperado, nenhum imprevisto indesejável. Contarei detalhes quando sair o resultado 🙂
  • Senado aprova pacote de segurança; EMPRESAS TERÃO DE BLOQUEAR CELULARES. Tava na hora, benhê*!
  • Os Sem-Floresta deve conquistar as crianças nas férias de verão. Não só as crianças, querido redator!
  • Soul Patrol, E-Train ou McPheever?

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    E os meus favoritos chegaram a final. Que emoção! Taylor e Katharine são ótimos, lindos e têm todo um jeito especial de “sim eu serei um sucesso”.
    Taylor já é sucesso, vamos e venhamos. Tem a maior quantidade de fãs e acho que, salvo alguma catástrofe vocal de última hora, ele é o vencedor. Consegue arrasar mesmo quando desafina. Surpreende mesmo quando é igual aqueles super Idols do passado. E com uma pitada de peculiaridade só dele, haha! Não sei se isso faz sentido… Mas é o que eu penso! Também derreti quando ele cantou Something dos Beatles, programa que foi ao ar semana passada pelas bandas tupiniquins.
    McPheever escorregou muito nas últimas semanas, tal qual Soul Patrol, mas relevemos. Eles são fofos. E não é fácil agüentar a pressão de estar nos finalistas do programa mais assistido nos Estados Unidos.
    Eu não vou negar que eu também gosto do Elliott. Ele é fofo, dedicado ao extremo e tecnicamente o melhor dos três em afinação. Tenho certeza que se ele gravar um CD vai ficar lindo mas não consigo imaginá-lo vencedor do American Idol.
    Só quero ver essa semana! Aqui passará o grupo do Top 4 visitando Graceland. Sério que eu vou BABAR, né! Sem falar que é Elvis Week, baby. Babarei ao cubo.
    Aliás, não acredito que eu nunca comentei sobre AI aqui! O único programa que atualmente me faz parar tudo e assistir! Nem Lost, nem Desperate Housewives, muito menos Law and Order têm esse poder sobre mim… haha E esta temporada eu assisti tu-di-nho! Na edição passada minha preferida, a country girl Carrie Underwood, ganhou também. Eu também gostava da mocinha que ficou em terceiro lugar (Vonzell) e o rockeiro Bo Bice, segundo lugar, mas este último decepcionou demais com seu CD solo.
    Enfim… Por aqui a curiosidade mata. E vocês? Quais são as apostas?

    Várias

    – Quando fui dar Feliz Dia das Mães a minha vó materna, ela mais que depressa disse pra mim: “Pra você também!!!” (E isso me causa risos até agora!!!)
    – Sobre o projeto da faculdade, que ocupou parte do meu tempo no último mês, apresentaremos amanhã ao cliente. Que emoção!!! Conto mais assim que estiver apresentado! E quero fotos! A bateria da V1 bem que podia colaborar comigo só amanhã, né?!
    – Mudei as coisas por aqui… Antes a index apresentava apenas as últimas entradas de cada seção (blog e textos) mas agora mostra as últimas cinco sem distinção de seção.
    – Aliás, sobre o design: “A paz. O caos.” Nunca fez tanto sentido… Pelo menos fora do contexto de meus sentimentos contraditórios… Agradeço a todos os comentários, elogios… Não sabem o valor de tudo isso para mim!!! :’)

    Precisa-se de alguma arte



    “Quanto silêncio!”
    “Não gosto…”
    “Do silêncio?”
    “Não. De notícias indigestas no silêncio…”
    “Ahh…?”
    E foi fuçar as revistas antigas. Anos 60, Revista Seleções, leu sobre A Arte de Repousar. O texto começava assim:

    “O homem moderno precisa aprender a destruir as tensões da vida diária, do contrário as tensões o destruirão.”

    Ao lado uma peça publicitária: “2 vêzes a lotação do Maracanã! 340 mil proprietários já provaram: FORD é investimento garantido.”
    Riu por dentro e voltou a ler as notícias indigestas.

    Versão 8: A paz. O caos.

    Quando terminei essa “meia versão”, já que muito dela é da versão 7, constatei que usei as cores da bandeira nacional, ainda que em tons diferentes, + o vermelho. Seria minha consciência dizendo que eu sou um tanto brasileira e uma pitada americana? Bah, não sei.
    Uma coisa é verdade! Pretendo fazer um reboot por aqui sempre perto do dia 7 de todo mês (aniversário do blog), já que postando freqüentemente, não há look que os meus olhos agüentem ver por muito tempo.
    Sobre a filosofia do design, veio de um momento em que eu estava vivendo sentimentos contraditórios demais. De uma reflexão sobre tudo ou nada e como sou exatamente assim em muitas coisas em minha vida. Ando cada vez mais sem paciência para “o morno e o muro” como já mencionei anteriormente. Ando também cada vez mais com o temperamento Cristina de Grey’s Anatomy. E isso eu não consigo evitar. Quando vejo já falei e pronto!
    Um fato interessante que lembrei também é que agora em maio completo quatro anos como blogueira. Exatamente! Foi no dia das mães de 2002 a estréia de meu primeiro blog, o Sweet Grace. Em 2003 comprei meu primeiro domínio, o Gracehits.net, e em abril de 2004, com a ajuda do querido amigo LP, registrei essa coisa linda aqui, que mantém esta mamãe orgulhosa até hoje: Desabrochar.com.br! E o domínio foi ao ar meses depois, em setembro.
    É ótimo ver a evolução através destas “publicações online” chamadas “blogs”. São quatro anos numa faixa etária que modifica qualquer pessoa 🙂
    Voltando a falar da versão atual, como estou em época de “limpezas” e organizações em todos os meus domínios, quero refazer também as páginas internas. Protagonista, bastidores, projetos, adicionar mais links, finalmente publicar a página de rss, montar e inaugurar a seção de designs que já passaram por aqui.. Ufa! Mas eu consigo! 😀

    Várias Esperanças Já Ascenderam

    – A VEJA é negativista, não só quando o assunto é política, como também em variedades. Já tinha chegado a esta conclusão quando eles conseguiram falar mal do filme “V de Vingança” um filme que de maneira alguma seria voltado ao público médio, como diz o Vitor.
    – O Garotinho fazendo greve de fome. Foi por causa da capa da VEJA?
    – O texto da Lia Luft desta semana é uma pérola. Ela dá uma prévia de um ensaio dela sobre Silêncio. Um trecho para atiçar a curiosidade de vocês: “(…) o silêncio bom e o silêncio mal, o necessário e o danoso, o inevitável e o que nasce nos porões da nossa covardia.” Bah! Amei. Vou comprar assim que sair!
    – Ainda sobre a VEJA, me estressou o fato desta edição conter peças publicitárias de praticamente todos os modelos de carro “do momento”. SpaceFox, Honda Civic, Ford, Pagero… É carro demais e revista de menos 😛
    – Agora não é mais sobre VEJA, mas sim sobre o meu negativismo de ontem. Passou, passou. Talvez eu ainda escreva alguma reflexões sobre o fato outro dia.
    – Vejam, este blog possui no momento 50 entradas e 601 comentários. Sei lá, achei interessante! 😛
    – Para terminar, recebi uma carta fofa de uma pessoa que não converso há muito tempo. Uma pessoa que já teve muito do meu carinho, mas que por vários motivos não tivemos mais contato. Eu queria agradecer, Alexander, a sua carta. Pelo carinho ao tê-la escrito, por me lembrar dos tempos em que nós conversavamos e com isso me presentear com um momento muito bom. Responderei em breve 🙂
    – E alguém descobre o porquê do título de hoje? haha fácil!

    Morno, Muro, Neutro e Cinza

    Em momentos como este, eu precisava mesmo do meio termo. Do morno. Do muro. Do neutro. Da paleta inteira de cinzas.
    Só porque eu sei, mais uma vez, que ter amigos é sinônimo de deixar que as pessoas me conheçam para que depois possam me machucar. Nas pequenas coisas, quando eu estava precisando mesmo da postura oposta.
    Ando estressada ao extremo, por coisas simples, e nesse momento eu vi que realmente os meus amigos de verdade são os meus pais e Aquele que está sempre lá. E as pessoas fofas do LJ (Marya e Julie), pois é mútuo.
    É muito, mas MUITO importante numa amizade que as pessoas também dividam seus problemas, porque ninguém é perfeito. É estranho tentar ser perfeito, passar uma imagem de que não se tem problemas. Não falo aqui sobre despejar angústias nos outros…
    Mas, sim, compartilhar.
    Não vou mais dizer que eu acho certo ou errado como as pessoas decidem levar suas vidas. Eu não sou ninguém. Mas vou continuar dizendo o que me faz sentir melhor com o mundo em que vivo, com as pessoas que conheço… Disso não abro mão.
    E não sei se este post seria do textos… Mas acho que não já que lá costumo levar maior de elaboração, podendo não conter fatos que aconteceram espeficamente comigo recentemente, mas sim de todo um conjunto de inspirações cotidianas e várias reflexões. Por isso vou deixar aqui no blog mesmo.